“Competência deve ser aplicada em qualquer job”

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Luis Claudio Salvestroni, diretor de criação da Z+ Rio, interrompeu a rotina para lembrar porque entrou na profissão, refletir sobre o que a encanta nela e o que vem aprendendo com ela. O que você acha que de mais essencial a publicidade te ensinou? Salvestroni – Que sozinho a gente não faz nada m philipp plein pas cher as existe um monte de gente querendo atrapalhar. Quando e por que você entrou para a propaganda? Salvestroni – Entrei na propaganda ainda criança, no início da década de 80, assistindo aos comerciais de Hollywood e suas incríveis trilhas sonoras. Tenho certeza que aqueles filmes, anos depois, influenciaram a escolha da ropa interior calvin klein barata minha profissão. Em 21/10/92 iniciei minha carreira como estagiário na Garden… Lembra da Garden? Depois fui estagiário na Brainstorm, Globo e Contemporânea. Da Contemporânea fui contratado em 01/08/95 pela Ranking Propaganda. Depois fui para a Caio Domingues, Giovanni, V&S, Agência3, Havas e Z+. O que encanta você, ainda, na propaganda? Salvestroni – Ainda? Ou você está me chamando de velho ou está afirmando que a propaganda anda chata ahahahah. O que me encantará para sempre são as verdades que uma boa ideia pode contar e fazer a gente refletir sobre nosso comportamento. Qual o seu trabalho mais memorável até hoje? Salvestroni – Honestamente, não sei… Nem quero determinar um critério para dizer que um trabalho foi melhor que outro. Estaria sendo injusto com tanta coisa bacana que já vivi e tantos profissionais que dividiram a mesa e a ficha técnica comigo. Qual o maior desafio que se apresenta hoje, dirigindo a criação de uma agência no Rio de Janeiro? Salvestroni – Fazer a equipe perceber que apesar de todas as dificuldades apresentadas pelo mercado, é possível, sim, produzir um trabalho de qualidade. Que competência deve ser aplicada em qualquer job, não importa o tamanho. Quais as conquistas da agência das quais vc participou? Salvestroni – A maior de todas aconteceu há 15 dias, mas infelizmente ainda não posso comemorar. Mas tenho certeza que vou. Como você enxerga 2017? Há espaço para otimismo? Salvestroni – Como um ano em que as placas tectônicas ainda estão se acomodando e que por isso alguns tremores ainda podem acontecer. Mas que o pior já passou. Claro que há espaço para otimismo. Ainda faltam sete meses para o ano acabar.

Author: Claudia Penteado